domingo, 15 de novembro de 2009

Os olhos são a janela da alma

Domingão olhando o e-mail, encontrei uma reportagem bem interessante a respeito da íris (que não é nenhuma de minhas amigas que tem esse mesmo nome).
Quem disse que os olhos não são as janelas da alma?

"A íris como manual de instruções

Todos nós já escutamos em alguma situação a brincadeira que diz que o ser humano devia ter um manual de instruções, que é difícil entendê-lo, educá-lo e tudo o mais, não é mesmo? Mas agora, o que estamos descobrindo é que temos não só um, mas diversos manuais de instruções, desde que aprendamos a lê-los.
O olhar exerce naturalmente uma grande atração sobre nós! Sabemos que "os olhos são as janelas da alma" e que pelo brilho do olhar percebemos se alguém está apaixonado ou soltando faíscas de raiva! É muito difícil esconder o que sentimos quando alguém nos olha nos olhos. O que ainda não sabíamos e que vem sendo demonstrado é que a configuração de nossa íris é um mapa que nos mostra tanto aspectos físicos quanto emocionais e que este estudo pode se constituir num importante aliado nos processos de tratamento de sintomas e doenças e, especialmente, de autoconhecimento.
Não é exclusividade da iridologia estudar o que ocorre dentro do corpo humano através da observação de áreas externas - princípio da reflexologia podal ou da auriculoterapia. As medicinas tradicionais, tais como a chinesa, a ayurvédica (indiana) e a xamânica (indígena), já se baseavam no fato de que nosso corpo possui áreas reflexas, a partir das quais podemos montar mapas que nos orientam a tratar órgãos e sistemas sem termos acesso direto a eles..."

http://entretenimento.br.msn.com/astrologia/artigo.aspx?cp-documentid=22569406, acessado em 15/11 às 10h40.


domingo, 1 de novembro de 2009

Seilá!

[...] E eu compartilho esse mesmo ar com diversos pulmões, alguns que conheço e outros, no entanto, que jamais conhecerei.É... parece mesmo que essa máquina chamada corpo humano é mesmo movida a mágica, enamorado por esse encanto chamado viver...

Que puta saudade de tanta gente que nem sei se um dia verei novamente.



Vontadedechorar!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ofício?

Mamãe reclama. Ela não aceita, mas concente. Deixa que essa situação continue, eu sei como é díficil, e muitas vezes me calo para não pressionar.
A realidade é que acredito que não existe vida assim. Ou é muito zelo por alguém... ou muito medo - o que é pior ainda. Muitas vezes minha inconformação é tanta que me dá vontade de rir, não acreditando no que se passa, do modo ao qual nos acostumamos a viver... em troca de quê?
Queria mesmo que dissessem: "olha não estou sendo feliz assim[...]"
Meu Deus, isso é um ofício que deve ser levado pelo resto da vida? Ter sempre que deixar passar e sempre perdoar? Devemos ter mesmo dó desses cidadãos, e perdoá-lo sempre, ressaltando suas micro-boas-ações?
Os olhos transbordam, a alma morre e os sentimentos... sabe se lá onde estão...

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Psicológico

Estou com medo. Minha mente me engana, ou eu tento me enganar?

Preciso de um imenso help do Pai do Céu...

E de novo, novamente, mais uma vez - pleonasmo para ser enfática - o jeito é esperar.

"E nesses dias tão estranhos, fica a poeira se escondendo pelos cantos..." (legião urbana - tetro dos vampiros)

domingo, 11 de outubro de 2009

Sexta-insana!

Veja lá, veja bem. Eu pensei realmente que pudesse sair imune... sem nenhum arranhão. Engano maior o meu.
Minha consciência melhor amiga e inimiga, faz me pensar onde estou e onde quero chegar. A última vez que senti tanto medo, era por algo surreal... hoje é por medo do depois.
Faz tempo que não escrevo... que esqueci minhas prioridades (algumas), mas que estou sintonizada em algo que não almejei, mas que cheguei, por falta de ação.
Preciso de tempo, preciso melhorar minha mente, alma e coração para me sentir melhor o mundo, a minha vontade. E sobre tudo, o melhor: o bemm comum...

sábado, 19 de setembro de 2009

Fim

O estranho é como tudo termina (aqui)...
Como a falta é sentida...
Eita! Vida misteriosa, meu Deus.

sábado, 5 de setembro de 2009

Música

Eu quase não consigo lembrar
Quanto tempo passei
Sem sair do lugar
Esperando eu não sei o quê
Que eu posso esperar?
Duvidando de mim
Pra poder me encontrar

Faz parte então, perder-se no ar
Procurar o teu sol
Na ausência de luz
O incerto é tão natural
E esteja onde estiver
Não verá nada além,
Mas do que pode ver

Se é o início ou é o fim
Quem vai saber?
Vou descobrir, talvez
E que não seja tarde

A vontade de saber me pegou
o tempo vai dizer se estou
dançando num caminho bom

A vontade de viver me tocou
cansei de duvidar e o melhor
que faço é fazer o que sei

Coragem pra não revogar
Tudo o que construí
Por gostar de sonhar

E o que esperam de mim?
Não sei dizer
Deixo seguir
Pra que
duvidar do meu fim?
Se o fim virá sem se importar
se eu acertei

A vontade de saber me pegou
o tempo vai dizer se estou
dançando num caminho bom

A vontade de viver me tocou
cansei de duvidar e o melhor
que faço é fazer o que sei

Ludov- A espera